Arquivo mensal: fevereiro 2016

Máquina de costura antiga

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Quantas casas não têm arrumada uma velha máquina de costura.

Em minha casa existe uma, tenho de ir olhar bem para ela.

É uma máquina que faz parte da minha infância. Uma vez por semana vinha uma senhora costurar cá a casa. Parece que a estou a ver, de tótó, a dar ao pedal, com as suas unhas pontiagudas que permitiam fazer vincos perfeitos nos tecidos… Saudades…

Deixo-vos imagens inspiradoras.

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Tecidos de Chita

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Chita é um tecido de algodão barato , com estampas de cores fortes, geralmente florais, e tramas simples.

As características principais são: cores primárias e secundárias em massas chapadas que cobrem totalmente a trama, tons vivos, grafite delineando os desenhos, e a predominancia de uma cor. As cores intensas servem não só para embelezar o tecido, mas também para disfarçar suas irregularidades, como eventuais aberturas e imperfeições.

Em Portugal é tradicional a denominada Chita de Alcobaça que se caracteriza pelo recurso a padrões estereotipados muito coloridos de influência Indo-Europeias, que se desenvolvem em riscas largas de decoração variada onde surgem pássaros, aves exóticas, animais, flores, frutas, figuras humanas, cornucópias, ânforas, ninhos e frutos tropicais. Cada padrão tem um nome próprio, (Persa; Viana; Belmonte; etc.), existindo em diferentes versões consoante a cor da barra.

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Segundo Round….

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Depois do sucesso do primeiro, cá estou eu na confecção do segundo round da compota de abóbora com nozes!

Creio que o ingrediente que dá o toque especial à compota é este: Canela Moida de São Tomé.

O cheiro é fantástico, não tem nada a ver com a canela que compramos por aqui.

Mais uma das maravilhas da ilha de São Tomé e Principe!

 

Perderam a receita? Podem consultar aqui.

Inspiração #quartos

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… and relax

 

 

Pescada Abafada!

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Inventei o nome mesmo agora!

O homem grande está obrigado a uma dietazinha.

Para fugir aos habituais grelhados e cozidos, ontem tive um tête à tête com a pescada e pensei: “Vou-te abafar!”

Num pedaço de papel de alumínio reguei um pouco de azeite e coloquei a posta de pescada por cima com umas pedrinhas de sal, salsa, alho cortado miudinho e uma rodela de gengibre. À volta pus uma cenoura cortada às rodelas e 3 couves de bruxelas, voltei regar com um pouco de azeite.

Fiz uma trouxa com o papel de aluminio e dispus num pirex com 4 batatas pequeninas.

Foi ao forno por meia hora.

O destinatário da receita adorou e eu, que também provei, digo-vos, estava uma maravilha!

 

Sabiam que… #1

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… Para aquecer comida de modo mais eficaz no microondas basta fazer um pequeno buraco ao meio?

  

Menu de sábado 

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Simples, saudável…  

 … e com requinte!

Gadgets Culinários

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Olhem só para estas coisas giras para a nossa cozinha…!

50-Useful-Kitchen-Gadgets-You-Didnt-Know-Existed-bag

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Inspirações by Hortelã

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Espaços coloridos.

Espaços que fazem lembrar a primavera!

Literatura para hoje

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10 ENSINAMENTOS DE SHAKESPEARE PARA VIVER O AMOR TODOS OS DIAS

Intemporal e assertivo, o poeta e dramaturgo britânico imortalizou máximas que são verdadeiras lições de vida para os relacionamentos contemporâneos
É o sentimento que mais emoções desperta. «De todas as questões que preocupam o ser humano, nenhuma tem tanta importância como o amor», considera mesmo Allan Percy, coaching e autor de livros de desenvolvimento pessoal. Em «Como sabes que é amor?», publicado em Portugal pela Marcador Editora, apresenta 72 ensinamentos de Shakespeare que ensinam a viver o amor todos os dias. Estes são 10 dos que deve ter em conta no seu quotidiano a dois:

1. «Se não se lembra da mais pequena loucura que cometeu por amor, não amou»

A paixão, pelos benefícios que nos traz, «é um bálsamo», assegura Allan Percy. Estar apaixonado gera um reforço da autoestima «pelo simples facto de nos sentirmos amados, admirados e valorizados», refere. Esse estado de graça potencia ainda um aumento da criatividade. «Porque não queremos deixar de surpreender o outro», garante o coach.

2. «Na amizade e no amor é-se mais feliz com a ignorância do que com o saber»

O que não sabemos não nos pode magoar e, por vezes, o excesso de informação e a vontade de querer saber tudo acaba por ter um efeito prejudicial. «O sentimento romântico é um ser delicado que pode morrer se for dissecado», considera mesmo o especialista.

3. «Para celebrar os rituais amorosos, os amantes só precisam da luz da própria beleza e, como o amor é cego, a noite é o melhor para eles»

Estas palavas de Julieta no terceiro ato do grande drama romântico de Shakespeare «Romeu e Julieta» devem ser levadas muito a peito. Para estimular a libido do casal, Allan Percy sugere a relação ocasional de um jantar afrodisíaco que deverá incluir ostras, vinho, champanhe, chocolate, mel e cravo-da-índia, alimentos e ingredientes com reconhecidos poderes afrodisíacos.

4. «O curso do amor verdadeiro nunca decorreu sem percalços»

As histórias de amor felizes só existem nos livros e no cinema. Nas relações do quotidiano, há todo um processo de concessões e de adaptações a fazer diariamente. «A paixão é, com frequência, uma miragem que fabricamos, pois alguém que passa despercebido a qualquer outra pessoa converte-se aos nossos olhos num modelo de virtudes e encantos», sugere Allan Percy.

Na reta final de «Como sabes que é amor?», o especialista cita M. Scott Peck, autor do livro «O caminho menos percorrido. «Para Peck, o amor verdadeiro, o que ultrapassa o desejo sexual e o medo da solidão, é aquele que nos leva a comprometermo-nos a longo prazo (…) Esse é o AMOR em maiúsculas», assegura.

5. «As nossas dúvidas são traidoras que muitas vezes nos fazem perder o bem que podíamos ganhar»

Manter uma relação amorosa nos dias que correm nem sempre é fácil, sobretudo para os mais ciumentos e para os mais inseguros. «No terreno do amor a dois, as dúvidas são minas explosivas que, mais cedo ou mais tarde, corremos o risco de pisar», escreve o autor. Uma situação que gera «um claro desequilíbrio no casal», adverte.

Veja na página seguinte: Por que é que nos devemos alimentar dos nossos sonhos

6. «É mais fácil obter o que se deseja com um sorriso do que com a ponta da espada»

Esta frase do poeta e dramaturgo britânico tem uma versão popular portuguesa, que muitas pessoas hoje ainda utilizam e que diz que «não é com vinagre que se apanham moscas». «Na arte da sedução, não contam apenas as palavras (…) O sorriso é a cola natural de qualquer relação humana e, sobretudo, das relações amorosas», afiança Allan Percy.

7. «Não suje a fonte onde afogou a sua sede»

É uma verdade inquestionável. «Todas as relações começam bem, mas algumas acabam mal. A vida em casal pode ser um paraíso, mas também se pode converter num campo de batalha, onde os adversários tentam tornar a vida do outro impossível», escreve o coach de desenvolvimento pessoal.

Para contrariar esta tendência, o especialista sugere que se recupere «de forma periódica hábitos e rituais da etapa inicial do casal», incluindo «sessões de cinema, jantares em restaurantes românticos, sair para dançar…» e uma (re)aproximação através do diálogo. «Partilhar com o companheiro problemas e desejos individuais, mesmo que não sejam fáceis de resolver», sugere Allan Percy.

8. «Se dois cavalgam um cavalo, um deve ir atrás»

Numa relação a dois, há papéis a desempenhar que não podem (nem devem) ser confundidos, mas também há contas que não podem ser feitas. «Pode acontecer que no início do romance um dos membros do casal esteja mais apaixonado do que o outro e, um ano depois suceda o contrário (…) Em todo o caso, não é importante quem dá mais à relação, sempre que a assimetria não seja demasiado grande», refere o autor.

9. «O nosso destino não está nas estrelas mas em nós próprios»

Nos dias de hoje, estar sozinho e abatido em frente ao computador ou com o telemóvel nas mãos é uma realidade para muita gente. «As redes sociais converteram-se no grande ponto de encontro dos corações que desejam amar», sublinha o escritor, que considera que essa pode, contudo, ser a solução para muitos solitários. «Pensar que este tipo de relações não pode ser intensa e duradoura é um preconceito», diz.

10. «Um homem que não se alimenta dos seus sonhos envelhece rapidamente»

O sonho comanda a vida e William Shakespeare sabia-o. «O amor move montanhas e os nossos maiores êxitos, tanto os individuais como os coletivos, são impulsionados pelo amor por um sonho», considera também Allan Percy.

Texto: Luis Batista Gonçalves